domingo, 14 de junho de 2026

quando ela me olha,

vê o que eu não vejo.

 

agarro na caneta,

preencho a folha,

como forma de cortejo.


o que o sol é para um planeta,

ela é para mim

antes de vir a pergunta,

respondo que sim.

 

nesta vida e na outra,

quero ser parceiro dela,

 

nunca encontrarei em pessoa outra,

o que encontro nela.

o sol entra pela janela,

 

a escuridão é abolida,

na minha cama,

vejo-a, despida,

a sua boca por mim chama. 

Sem comentários:

Enviar um comentário